Reconhecida por boas práticas ambientais, sociais e de governança, companhia de alimentos reforça compromisso com a sustentabilidade e com o desenvolvimento da avicultura no Nordeste ao integrar iniciativas ESG à estratégia do negócio.

A Companhia de Alimentos do Nordeste (CIALNE) recebe, nesta terça-feira, 8, o Selo ESG-FIEC durante a 15ª edição da cerimônia promovida pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC). Realizado na Casa da Indústria, em Fortaleza, o evento integra a iniciativa da Federação voltada à disseminação da cultura ESG (Environmental, Social and Governance) na indústria cearense e ao estímulo à adoção de boas práticas nas áreas de gestão ambiental, saúde e segurança do trabalho, responsabilidade social e governança corporativa. A certificação é concedida pela Bureau Veritas Brasil.

Liderada pelo presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, a cerimônia marca a certificação da CIALNE e reforça a atuação da companhia na incorporação de práticas de sustentabilidade à estratégia do negócio. Criado pelo Núcleo ESG-FIEC, o programa também busca apoiar as indústrias na redução dos impactos ambientais dos processos e contribuir para a inovação e a competitividade das empresas.

ESG COMO PARTE DA ESTRATÉGIA DO NEGÓCIO

O reconhecimento representa mais um avanço na agenda de sustentabilidade da CIALNE, que vem integrando aspectos ambientais, sociais e de governança à gestão da companhia. A certificação avaliou 74 indicadores distribuídos entre os três pilares do ESG. No processo, a CIALNE alcançou classificação B em cada uma das dimensões, Ambiental, Social e Governança, resultando na certificação BBB.

Na dimensão Social, foram reconhecidas práticas relacionadas à saúde e segurança ocupacional, ao clima organizacional e às condições das instalações, além de iniciativas de prevenção a práticas discriminatórias e de vedação ao assédio e ao abuso. No pilar Ambiental, destacaram-se a gestão de licenças e documentos regulatórios, o uso de energia renovável por meio do mercado livre e de placas solares, a ausência de histórico de condenações ambientais e criminais e a realização do inventário de gases. Em Governança, entre os destaques estão o Código de Ética e o Canal de Denúncias plenamente implementados, as práticas de proteção de dados e adequação à LGPD, a Política de Sustentabilidade em vigor e a definição de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) prioritários.

Na avaliação geral, a companhia alcançou 68,66% de desempenho, com 412 dos 600 pontos possíveis e atendimento a todos os 28 indicadores considerados obrigatórios. O resultado reflete práticas que já fazem parte da operação e identifica oportunidades de aprimoramento da agenda de sustentabilidade.

Para Cláudio Rocha, gerente jurídico da CIALNE, o recebimento do Selo ESG-FIEC representa um marco na trajetória da companhia. “É um marco que representa o início de uma jornada de sustentabilidade na Companhia, que se iniciou há três anos como uma sementinha plantada junto à diretoria para direcionar ações com foco no ESG. É fruto do trabalho multidisciplinar que envolveu diversas áreas da companhia, compilando as práticas já realizadas e gerando oportunidades de melhorar diversas ações”, afirma.

Na CIALNE, a agenda ESG está diretamente relacionada à operação e à cadeia produtiva da avicultura, que envolve diferentes etapas, desde a produção de genética e rações até a criação, industrialização, logística e comercialização. Nesse contexto, a adoção de boas práticas contribui para uma operação mais eficiente e responsável, considerando os impactos ambientais, as relações com as pessoas e a gestão do negócio.

SUSTENTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO DA AVICULTURA

A agenda de sustentabilidade ganha relevância em uma cadeia produtiva de grande abrangência, como a avicultura, que conecta diferentes atividades do agronegócio, da indústria, da logística e do mercado de consumo. Para a CIALNE, avançar nessa agenda significa também fortalecer uma operação capaz de gerar valor de forma responsável e contribuir para o desenvolvimento da cadeia avícola no Nordeste.

Com atuação em diferentes etapas da cadeia produtiva, a companhia busca conciliar crescimento, eficiência operacional e responsabilidade socioambiental. Entre as frentes que integram essa agenda estão o bem-estar animal, o manejo de dejetos e efluentes de granjas, incubatórios e fábrica de ração, a gestão da cadeia de valor e o relacionamento com comunidades, colaboradores e órgãos públicos.

Para Cláudio Rocha, a agenda ESG também representa um diferencial para a competitividade e para o crescimento sustentável da companhia. “A agenda ESG tornou-se um diferencial competitivo no mercado atual. No âmbito interno, ela eleva o nível de controle de processos e de mitigação de riscos da companhia. Externamente, esses ganhos se traduzem em melhora da imagem reputacional perante os diversos stakeholders, na abertura de linhas de crédito específicas e em uma expansão alinhada às exigências do mercado”, destaca.

Nesse contexto, o Selo ESG-FIEC passa a integrar uma trajetória contínua de aprimoramento. Segundo o executivo, o reconhecimento deve ser compreendido como um ponto de partida para o avanço das práticas de sustentabilidade da companhia, especialmente em uma cadeia produtiva como a avicultura. “O Selo precisa representar não um fim, mas o início de uma jornada contínua pela sustentabilidade”, afirma.

A partir desse direcionamento, a CIALNE pretende ampliar e fortalecer práticas relacionadas à sustentabilidade da operação, ao bem-estar animal, à gestão de resíduos e efluentes, à cadeia de valor e ao relacionamento com os diferentes públicos. O movimento também está alinhado à estratégia de expansão da companhia e ao fortalecimento da atuação nos setores de alimentos e avicultura, mantendo a sustentabilidade como um dos pilares para o desenvolvimento de longo prazo.

SOBRE A CIALNE

Com 60 anos de atuação, a Companhia de Alimentos do Nordeste (CIALNE) é uma das principais companhia do setor de alimentos da região. Sediada em Fortaleza (CE), reúne mais de 35 unidades de produção e cerca de 1.700 colaboradores diretos no Ceará, no Maranhão, em São Paulo e em Minas Gerais. A presença no Sudeste foi ampliada com a aquisição da Granja São José, em São Paulo, e com a expansão da produção de ovos férteis em Minas Gerais.

A companhia atua na avicultura, com o fornecimento da genética Aviagen Ross® e a produção e comercialização de ovos férteis, pintos de um dia e frango de corte, e na agroindústria, com a fabricação de rações para aves e bovinos. É a única companhia do Nordeste com granjas de avós voltadas à produção de pintos matrizes de pescoço pelado e exporta ovos de matrizes e de avós para países da África, do Oriente Médio e da América Central.

Em Pentecoste (CE), a CIALNE investiu cerca de R$ 100 milhões na implantação de uma granja de avós, que gerou mais de 100 empregos diretos. Em 2025, foi reconhecida entre as Melhores Empresas para Trabalhar no Ceará e, em 2026, entre as Melhores Empresas para Trabalhar no Agronegócio, pelo ranking Great Place to Work® (GPTW).

Companhia de Alimentos do Nordeste – CIALNE

Endereço: Avenida Presidente Costa e Silva, 2067, Mondubim, Fortaleza (CE), CEP 60761-505 | Telefone: (85) 3477-2700 / 2838 | Site: www.cialne.com.br | Instagram: @cialne | LinkedIn: Grupo CIALNE | Vagas: cialne.gupy.io | Ouvidoria: 0800 280-2720 ou sac01@cialne.com.br

Crédito da foto: João Pedro Nogueira Castro, fotógrafo da Agência Octa Comunicação. Legenda: Da esquerda para a direita, representantes da CIALNE, Jorge Guimarães, Gerente de Produção; Priscila Magalhães, Coordenadora de Recrutamento & Seleção; Abel Rodrigues, Gerente de Compras; Eduarda Albuquerque, Assistente Administrativa; Lucas Farias, Coordenador de SESMT; Rosângela Moreira, Supervisora de Facilities; Hilana Albuquerque, Gerente de Facilities; Cláudio Rocha, Gerente Jurídico; Tainan Natércia, Advogada; e Alisson Alves, Coordenador de Produção; recebem o Selo ESG-FIEC durante cerimônia realizada na Casa da Indústria, em Fortaleza.