Close Menu
  • Música
  • Negócios
  • Famosos
  • Saúde
  • Cultura
  • Moda
  • Beleza
  • Lifestyle
  • Economia

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Comédia “TOC TOC” chega ao Teatro Nova Iguaçu Petrobras com elenco estrelado

25 de March de 2026

Mobilidade urbana: o gargalo invisível que custa bilhões às empresas e à sociedade

25 de March de 2026

Formatura de 53 adolescentes marca ciclo de qualificação profissional em São Paulo

25 de March de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
El Madrid Brasil
  • Música
  • Negócios
  • Famosos
  • Saúde
  • Cultura
  • Moda
  • Beleza
  • Lifestyle
  • Economia
Facebook X (Twitter) Instagram
El Madrid Brasil
Início » BLOG » Dermatite e psoríase: por que as crises aumentam — e o que realmente ajuda a controlar a inflamação da pele
Saúde

Dermatite e psoríase: por que as crises aumentam — e o que realmente ajuda a controlar a inflamação da pele

Candido Canales Urrútia25 de March de 202605 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Coceira, vermelhidão, descamação e sensibilidade intensa são sinais comuns de dermatite e psoríase. Embora tenham causas diferentes, ambas exigem cuidado específico para proteger a barreira cutânea e evitar piora dos sintomas

Vermelhidão persistente, placas descamativas, coceira intensa e sensação de ardor são queixas frequentes de quem convive com dermatite ou psoríase. Apesar de serem condições distintas, a dermatite geralmente associada a processos alérgicos ou irritativos e a psoríase ligada a um mecanismo autoimune, as duas têm um ponto em comum: envolvem inflamação crônica da pele.

Segundo a literatura médica, a psoríase afeta cerca de 2% a 3% da população mundial, enquanto as dermatites, especialmente a atópica, podem atingir até 20% das crianças e 10% dos adultos. No Brasil, o número de diagnósticos tem aumentado, impulsionado por maior acesso à informação e fatores como estresse, poluição e alterações na rotina.

Para a fisioterapeuta dermatofuncional Fabi Pinelli, um dos principais problemas é a forma como essas condições são tratadas no dia a dia. “Muitas pessoas focam apenas em apagar o sintoma da crise, mas esquecem que a pele inflamada precisa de reconstrução da barreira cutânea e redução contínua do processo inflamatório.”

O que piora as crises (e muita gente não percebe)

Entre os fatores mais comuns que agravam dermatite e psoríase estão:

● banhos muito quentes e demorados

● uso excessivo de sabonetes adstringentes

● aplicação de ácidos e cosméticos irritantes

● fricção excessiva da pele

● estresse emocional

● exposição solar sem proteção adequada

“Quando a barreira cutânea está fragilizada, qualquer estímulo vira gatilho. O erro é tratar a pele como se estivesse saudável”, explica Fabi Pinelli.

Ela destaca que procedimentos estéticos durante crises ativas também podem piorar o quadro. “A prioridade é estabilizar a inflamação antes de pensar em qualquer intervenção.”

Restaurar a barreira: o primeiro passo

A pele funciona como uma barreira protetora. Quando essa estrutura está comprometida, há maior perda de água e maior entrada de agentes irritantes.

Segundo Fabi, o cuidado básico deve incluir:
● hidratação diária com ativos reparadores (como ceramidas, pantenol e niacinamida)

● redução de produtos com fragrância

● limpeza suave, com pH adequado

● evitar esfoliações em fase ativa

“O objetivo não é apenas hidratar, mas reconstruir a função da pele”, afirma.

O papel dos ativos manipulados no controle da inflamação

Além do cuidado tópico básico, o suporte com ativos manipulados pode ser indicado como complemento terapêutico.

A farmacêutica Fabiola Faleiros, empresária do ramo de farmácia de manipulação com a Unna Pharma e a La Pharma, explica que a manipulação permite individualizar fórmulas conforme a sensibilidade da pele. “Nem todo paciente tolera cosméticos industrializados. A personalização ajuda a reduzir riscos de irritação.”

Entre os ativos frequentemente utilizados como apoio estão:

● substâncias calmantes e anti-inflamatórias

● antioxidantes tópicos

● compostos reparadores da barreira cutânea

● fórmulas sem conservantes ou fragrâncias

“No caso de pele sensibilizada, menos é mais. A manipulação permite ajustar concentração, veículo e combinação de ativos para cada necessidade”, destaca Fabiola.

Ela reforça que o acompanhamento profissional é essencial. “Não existe fórmula padrão para dermatite ou psoríase. O uso inadequado pode piorar a inflamação.”

E o sol? Proteção também é tratamento

A exposição solar pode ter efeitos distintos nessas condições. Em alguns casos de psoríase, a luz solar controlada pode ajudar; em outros, a exposição sem proteção agrava o quadro.

Segundo Fabi Pinelli, o cuidado deve ser criterioso. “A pele inflamada é mais sensível à radiação. O uso de filtro solar adequado é parte do tratamento, inclusive em dias nublados.”

Filtros com boa proteção UVA, textura compatível com pele sensibilizada e ausência de fragrâncias são geralmente mais indicados.

Quando procurar ajuda especializada

Se as lesões persistem, aumentam de tamanho, causam dor intensa ou impactam qualidade de vida, a avaliação médica é indispensável para diagnóstico e tratamento específico.

O acompanhamento complementar com profissionais especializados em manejo de pele pode ajudar no controle da inflamação, na recuperação da barreira e na prevenção de novas crises.

“Dermatite e psoríase não são apenas questões estéticas. São condições inflamatórias que exigem cuidado contínuo e respeito aos limites da pele”, conclui Fabi Pinelli.

Sinais de alerta

● coceira persistente

● placas descamativas

● vermelhidão que não melhora

● sensação de ardor

● piora com cosméticos comuns

Dermatite e psoríase não são “problema de pele”. São inflamação ativa.

Quando falamos de dermatite e psoríase, muitas pessoas ainda pensam apenas em manchas, placas ou descamação. Mas, na prática clínica, o que está acontecendo é um processo inflamatório ativo que altera completamente a função da pele.

A pele não é apenas estética. Ela é barreira, proteção, regulação e comunicação com o meio externo. Quando essa barreira está comprometida, qualquer estímulo pode virar gatilho: cosméticos inadequados, banho muito quente, estresse, fricção excessiva, exposição solar sem proteção.

O erro mais comum que observo é tratar apenas a crise visível. Aplica-se algo para “acalmar” naquele momento, mas não se trabalha a reconstrução da barreira cutânea e o controle da inflamação de forma contínua.
Dermatite e psoríase exigem cuidado estratégico. Isso significa:

● reduzir estímulos agressivos

● restaurar a função da pele

● respeitar fases de crise

● evitar procedimentos durante inflamação ativa

● escolher ativos adequados

Não é sobre fazer mais. É sobre fazer certo.
Quando a pele está inflamada, insistência piora. Critério melhora.

Se você convive com crises recorrentes de pele, talvez o primeiro passo não seja trocar de produto — e sim mudar a estratégia de cuidado.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Últimas

Comédia “TOC TOC” chega ao Teatro Nova Iguaçu Petrobras com elenco estrelado

25 de March de 2026

Mobilidade urbana: o gargalo invisível que custa bilhões às empresas e à sociedade

25 de March de 2026

Formatura de 53 adolescentes marca ciclo de qualificação profissional em São Paulo

25 de March de 2026

Campanha internacional destaca Hagar como símbolo de superação e dignidade feminina

25 de March de 2026

FatSync e Hot Bullet unem forças em “We Don’t Need”, novo destaque do bass house brasileiro pela gigante Spinnin Records

25 de March de 2026
Acompanhe o El Madrid no Brasil!
  • Facebook
  • YouTube
  • TikTok
  • WhatsApp
  • Twitter
  • Instagram

Receba nossas atualizações

Receba o melhor do El Madrid no seu e-mail!

Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
  • Música
  • Negócios
  • Famosos
  • Saúde
  • Cultura
  • Moda
  • Beleza
  • Lifestyle
  • Economia
© 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.